Arte quepuxa conversa.
Você passa por uma peça a caminho da praia. Na volta, para. Alguém conta como ela nasceu — e o lugar ganha outra história.

Três maneiras de deixar uma marca
Acervo, obras e artistas criados para este hotel-conceito.

Entrelinha
A linha escura atravessa o algodão sem dividir a peça. Há trechos densos, vazios e fios que seguem além da borda. A luz faz parte do trabalho: a trama também desenha na parede.
Olhe o espaço entre os fios.

Vão
Duas formas sobem em alturas diferentes. O intervalo entre elas muda quando você se move. O veio permanece aparente; o corte não apaga o desenho que a madeira já tinha.
Observe a abertura entre as duas formas.

Intervalo
Três volumes, três aberturas. As bordas guardam a pressão dos dedos e recusam a simetria perfeita. Juntas, as peças parecem conversar; separadas, cada uma encontra seu próprio equilíbrio.
A borda conta como a peça foi feita.
Uma tardecom as mãos ocupadas.

Lia começa mostrando uma borda, uma pressão, uma abertura. Depois, cada pessoa experimenta. A conversa acontece enquanto a forma aparece — sem a obrigação de sair dali sabendo fazer igual.
O formato, a duração e a participação são combinados à parte. Nesta proposta, o encontro aproxima hóspede e criação; não representa uma oficina disponível para reserva.
Alagoas temautores de verdade.
Estas são referências culturais reais que ampliam o olhar sobre o estado. Não são parceiros anunciados nem autores das imagens geradas desta página.
Adriana Gomes e o filé
Bordado, criação contemporânea e continuidade de um saber. A reportagem do Sebrae apresenta Adriana e o grupo Renda-se ao Filé.
Ler a história no Sebrae ↗André da Marinheira
O trabalho em madeira atravessa gerações da família. Conheça a trajetória do escultor na reportagem do Sebrae.
Conhecer o artista no Sebrae ↗Ilha do Ferro
Madeira, bordado e ateliês compõem outro território criativo de Alagoas. Fica no sertão, junto ao São Francisco: merece uma viagem própria.
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